Auto-desajuda ou: o importante é sofrer!
Postado por decio h às 00:50 5 comentários
Marcadores: já pensei sobre isso
Turma 182
terça-feira, 27 de outubro de 2009
1988 | 46,8 | 73,5 |
1989 | 51,3 | 74,3 |
1990 | 51,7 | 75,3 |
1991 | 49,5 | 75,5 |
1992 | 52,9 | 59,2 |
1993 | 55,1 | 75 |
1994 | 50,4 | 74,5 |
1995 | 50,1 | 75,6 |
1996 | 52,2 | 83,2 |
1997 | 56,7 | 80,3 |
1998 | 59,1 | 84,7 |
1999 | 60,9 | 80,8 |
2000 | 60,3 | 86 |
2001 | 58,4 | 84,8 |
2002 | 56,2 | 85,5 |
2003 | 56,1 | 81,6 |
2004 | 59,1 | 79,8 |
2005 | 59,5 | 81 |
2006 | 57,5 | 87,3 |
2007 | 62,5 | 79 |
2008 | 64,8 | 78,3 |
2009 | 66,9 | 70,1 |
Postado por decio h às 18:49 4 comentários
Marcadores: já pensei sobre isso
Igualdade temporária
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O Brasil se viu numa situação em que foi necessária a abolição da escravatura. Objetos se tornaram seres humanos excluídos. Sem direitos políticos, sem posses, sem educação, um sem-número de sem(s). A situação que se seguiu ao fim da escravidão no Brasil não se endireitou até os dias de hoje, ao contrário, em grande parte se acentuaram os problemas. Como resolver essa questão? Nunca serão dadas condições mínimas de concorrência para estas pessoas (nesse nosso mundo globalizado capitalista)? Ou serão as práticas discriminatórias inclusivas a solução?
Em tão breve trajeto cada um há de acabar a sua tarefa. Com que elementos? Com os que herdou, e os que cria. Aqueles são a parte da natureza. Estes, a do trabalho.
A parte da natureza varia ao infinito. Não há, no universo, duas coisas iguais. Muitas se parecem umas às outras. Mas todas entre si diversificam. Os ramos de uma só árvore, as folhas da mesma planta, os traços da polpa de um dedo humano, as gotas do mesmo fluido, os argueiros do mesmo pó, as raias do espectro de um só raio solar ou estelar. Tudo assim, desde os astros, no céu, até os micróbios no sangue, desde as nebulosas no espaço, até aos aljôfares do rocio na relva dos prados.
A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam. Nesta desigualdade social, proporcionada à desigualdade natural, é que se acha a verdadeira lei da igualdade. O mais são desvarios da inveja, do orgulho, ou da loucura. Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real. Os apetites humanos conceberam inverter a norma universal da criação, pretendendo, não dar a cada um, na razão do que vale, mas atribuir o mesmo a todos, como se todos se equivalessem.
Esta blasfêmia contra a razão e a fé, contra a civilização e a humanidade, é a filosofia da miséria, proclamada em nome dos direitos do trabalho; e, executada, não faria senão inaugurar, em vez da supremacia do trabalho, a organização da miséria.
Mas, se a sociedade não pode igualar os que a natureza criou desiguais, cada um, nos limites da sua energia moral, pode reagir sobre as desigualdades nativas, pela educação, atividade e perseverança. Tal a missão do trabalho.
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Marcadores: já pensei sobre isso
O país dos losers
sábado, 17 de outubro de 2009
Há aquela teoria de que no Brasil, trabalhar é uma coisa indigna, por isso, nossas elites são sempre mostradas fazendo NADA em novelas, filmes, livros. Essa teoria diz que esse comportamento é herança dos tempos escravagistas. Os Brancos, senhores de engenho, nobres não trabalhavam. Além de todas as outras variáveis, coeteris paribus, que contribuem para a fama de preguiçoso do brasileiro, há mais essa de achar que meter a mão na massa é coisa de sub-gente.
SILVA SÁNCHEZ, Jesús-Mária. A expansão do direito penal: aspectos da política criminal nas sociedades pós-industriais. Trad. Luiz Otávio de Oliveira Rocha. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 2002.
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Marx aumenta a criminalidade
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
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As aventuras do advogado depramável
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
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Roupa anticorrupção
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Como uma ilustração dessa sociedade, vemos a notícia de que estilistas criam roupas antifurto. A preocupação primordial nessa sociedade de consumidores é a identificação e repressão dos que não consomem: os furtadores, os roubadores e os receptadores.Procuro estilistas que criem roupas, acessórios e móveis que sejam anticorrupção, anti-nepotismo e principalmente antidepramáveis.
Postado por decio h às 15:16 8 comentários
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