Refinamento das angústias
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Nelson Rodrigues 4
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
"Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia."
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Nelson Rodrigues 3
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
"O Brasil é muito impopular no Brasil.""O brasileiro é um feriado."
"O mineiro só é solidário no câncer."
"A companhia de um paulista é a pior forma de solidão."
.
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Marx...
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Não era pacifista, mas...
Pregava a igualdade entre os homens.
Desejava o fim da exploração do homem pelo homem.
Queria que a solidariedade sobrepujasse a ganância.
Se o mundo pode ser descrito por palavras,
as dele fundaram o séc. XX,
ainda explicam o mundo de hoje,
e influenciam os idealistas.
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Nelson Rodrigues 2
domingo, 22 de novembro de 2009
"A mais tola das virtudes é a idade. Que significa ter quinze, dezessete, dezoito ou vinte anos? Há pulhas, há imbecis, há santos, há gênios de todas as idades."
Postado por decio h às 12:41 8 comentários
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Nelson Rodrigues 1
terça-feira, 17 de novembro de 2009
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Auto-desajuda ou: o importante é sofrer!
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
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Turma 182
terça-feira, 27 de outubro de 2009
1988 | 46,8 | 73,5 |
1989 | 51,3 | 74,3 |
1990 | 51,7 | 75,3 |
1991 | 49,5 | 75,5 |
1992 | 52,9 | 59,2 |
1993 | 55,1 | 75 |
1994 | 50,4 | 74,5 |
1995 | 50,1 | 75,6 |
1996 | 52,2 | 83,2 |
1997 | 56,7 | 80,3 |
1998 | 59,1 | 84,7 |
1999 | 60,9 | 80,8 |
2000 | 60,3 | 86 |
2001 | 58,4 | 84,8 |
2002 | 56,2 | 85,5 |
2003 | 56,1 | 81,6 |
2004 | 59,1 | 79,8 |
2005 | 59,5 | 81 |
2006 | 57,5 | 87,3 |
2007 | 62,5 | 79 |
2008 | 64,8 | 78,3 |
2009 | 66,9 | 70,1 |
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Igualdade temporária
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O Brasil se viu numa situação em que foi necessária a abolição da escravatura. Objetos se tornaram seres humanos excluídos. Sem direitos políticos, sem posses, sem educação, um sem-número de sem(s). A situação que se seguiu ao fim da escravidão no Brasil não se endireitou até os dias de hoje, ao contrário, em grande parte se acentuaram os problemas. Como resolver essa questão? Nunca serão dadas condições mínimas de concorrência para estas pessoas (nesse nosso mundo globalizado capitalista)? Ou serão as práticas discriminatórias inclusivas a solução?
Em tão breve trajeto cada um há de acabar a sua tarefa. Com que elementos? Com os que herdou, e os que cria. Aqueles são a parte da natureza. Estes, a do trabalho.
A parte da natureza varia ao infinito. Não há, no universo, duas coisas iguais. Muitas se parecem umas às outras. Mas todas entre si diversificam. Os ramos de uma só árvore, as folhas da mesma planta, os traços da polpa de um dedo humano, as gotas do mesmo fluido, os argueiros do mesmo pó, as raias do espectro de um só raio solar ou estelar. Tudo assim, desde os astros, no céu, até os micróbios no sangue, desde as nebulosas no espaço, até aos aljôfares do rocio na relva dos prados.
A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam. Nesta desigualdade social, proporcionada à desigualdade natural, é que se acha a verdadeira lei da igualdade. O mais são desvarios da inveja, do orgulho, ou da loucura. Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real. Os apetites humanos conceberam inverter a norma universal da criação, pretendendo, não dar a cada um, na razão do que vale, mas atribuir o mesmo a todos, como se todos se equivalessem.
Esta blasfêmia contra a razão e a fé, contra a civilização e a humanidade, é a filosofia da miséria, proclamada em nome dos direitos do trabalho; e, executada, não faria senão inaugurar, em vez da supremacia do trabalho, a organização da miséria.
Mas, se a sociedade não pode igualar os que a natureza criou desiguais, cada um, nos limites da sua energia moral, pode reagir sobre as desigualdades nativas, pela educação, atividade e perseverança. Tal a missão do trabalho.
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O país dos losers
sábado, 17 de outubro de 2009
Há aquela teoria de que no Brasil, trabalhar é uma coisa indigna, por isso, nossas elites são sempre mostradas fazendo NADA em novelas, filmes, livros. Essa teoria diz que esse comportamento é herança dos tempos escravagistas. Os Brancos, senhores de engenho, nobres não trabalhavam. Além de todas as outras variáveis, coeteris paribus, que contribuem para a fama de preguiçoso do brasileiro, há mais essa de achar que meter a mão na massa é coisa de sub-gente.
SILVA SÁNCHEZ, Jesús-Mária. A expansão do direito penal: aspectos da política criminal nas sociedades pós-industriais. Trad. Luiz Otávio de Oliveira Rocha. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 2002.
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Marx aumenta a criminalidade
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
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Sexo é ilícito
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
“O Sexo é considerado pecaminoso pela Igreja Católica. Não deve ser praticado exceto com finalidade reprodutiva. Para a Igreja, os filhos são encarados como ônus, como um castigo para os que ousarem fazer sexo e obterem prazeres carnais. A camisinha deve ser proibida. Aborto deve ser proibido. Essa ideologia fica encoberta pelas defesa dos valores morais relacionados à importância da vida humana, etc.”
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Juridicidade hippie
terça-feira, 22 de setembro de 2009
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Wallemanha
sábado, 19 de setembro de 2009
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Ser depramável é...
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Um diálogo prosaico:
- "No poupatempo eles chegam com as carteiras cheias de larva".
- Quê? Como assim?
- "É, cheias de larva".
- Que carteira, C@?*£?
- "A Carteira de Trabalho... Tudo cheia de larva... A coisa é depramável!"
Um simples instante pode criar toda uma nova realidade.
A vida de várias pessoas foi modificada irreversivelmente.
Ser depramável não é uma questão de escolha ou sorte. Nem é evitável.
Todos são depramáveis. Basta uma oportunidade para serem expostos.
É uma questão de QUANTO e QUANDO.
Alguns são afortunados.
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Teoria Pura do Cristianismo
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Pra quem é da área do Direito, ou tem algum conhecimento no assunto, um dos "Papas" da área é Hans Kelsen.
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